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Il ritorno di Elena: una corsa contro il tempo
Mi chiamo Giulia e sono una madre che sta combattendo la battaglia più difficile della sua vita. Scrivo questo appello con umiltà e speranza, perché da sola non riesco più a garantire a mia figlia il diritto fondamentale di avere un tetto sopra la testa.
La nostra storia
Mia figlia Elena ha 17 anni. Da cinque anni combatte contro gravi disturbi della personalità che l'hanno portata a compiere gesti estremi e a tre tentativi di suicidio. Attualmente è ricoverata in una struttura riabilitativa dove, seguita dal Tribunale dei Minorenni di Roma e dai Servizi Sociali, sta finalmente percorrendo una strada di recupero, psicologico e farmacologico.
A giugno 2026 Elena potrà finalmente tornare a casa. Il problema è che, oggi, una casa non l'abbiamo più.
Il sogno diventato un incubo
Dopo anni di sacrifici come madre single e con l'aiuto di mio padre, ero riuscita ad acquistare un piccolo appartamento. Era umile, ma era nostro. Circa un anno fa, spinta dal desiderio di dare a mia figlia un ambiente sano, ho aderito a un progetto di solidarietà che prometteva ristrutturazioni a costo zero tramite fondi internazionali.
A novembre scorso (2025), ho lasciato l'appartamento per permettere l'inizio dei lavori, mettendo i mobili in un deposito e trasferendomi dai miei genitori. Purtroppo, quello che doveva essere un aiuto si è rivelato un disastro:
I fondi sono stati bloccati.
L'impresa ha smantellato tutto (pavimenti, impianti, infissi) e poi ha abbandonato il cantiere.
Oggi la casa è uno scheletro inabitabile e io non ho le risorse per completare i lavori.
La mia situazione attuale
Attualmente vivo con i miei genitori, entrambi gravemente malati: mia madre ha subito un trapianto di rene dopo 15 anni di dialisi, e mio padre è affetto da Parkinson in stadio avanzato. Li accudisco ogni notte, ma la situazione è insostenibile fisicamente ed emotivamente.
Perché il tuo aiuto è urgente
Tra pochi mesi i Servizi Sociali effettueranno un sopralluogo per valutare se la nostra casa è idonea al rientro di Elena. Se la casa non sarà pronta e sicura, Elena non potrà tornare da me. Dopo tutto il dolore che ha vissuto e l'impegno che sta mettendo nel suo recupero, non posso permettere che non abbia un posto dove sentirsi protetta.
Come verranno usati i fondi
Chiedo il vostro aiuto per coprire le spese urgenti di:
- Ripristino degli impianti (idraulico ed elettrico).
- Posa dei pavimenti e rifacimento del bagno.
- Acquisto dei materiali essenziali per rendere la casa abitabile entro giugno.
Anche il costo di un solo sacco di cemento o di un rubinetto ci avvicina all'obiettivo. Se non potete donare, vi chiedo di condividere questa storia.
Grazie di cuore per avermi ascoltata e per ogni piccolo gesto di solidarietà.
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Elena's Homecoming: A Race Against Time
My name is Giulia, and I am a mother fighting the hardest battle of my life. I am writing this appeal with humility and hope, because on my own I can no longer guarantee my daughter the basic right to a roof over her head.
Our story
My daughter Elena is 17 years old. For five years, she has been battling severe personality disorders that have led her to take extreme actions and make three suicide attempts. She is currently hospitalized in a rehabilitation facility where, under the supervision of the Juvenile Court of Rome and Social Services, she is finally on the path to recovery, both psychologically and through medication.
In June 2026, Elena will finally be able to come home. The problem is that, today, we no longer have a home.
The Dream Turned into a Nightmare
After years of sacrifice as a single mother and with my father’s help, I had managed to buy a small apartment. It was modest, but it was ours. About a year ago, driven by the desire to give my daughter a healthy environment, I joined a solidarity project that promised renovations at no cost through international funds.
Last November (2025), I moved out of the apartment to allow work to begin, storing the furniture in a warehouse and moving in with my parents. Unfortunately, what was supposed to be a help turned out to be a disaster:
The funds were frozen.
The contractor tore everything out (floors, plumbing, fixtures) and then abandoned the site.
Today, the house is an uninhabitable shell, and I don’t have the resources to complete the work.
My current situation
I currently live with my parents, both of whom are seriously ill: my mother underwent a kidney transplant after 15 years of dialysis, and my father has advanced-stage Parkinson’s disease. I care for them every night, but the situation is physically and emotionally unsustainable.
Why your help is urgent
In a few months, Social Services will conduct an inspection to assess whether our home is suitable for Elena’s return. If the house isn’t ready and safe, Elena won’t be able to come back to me. After all the pain she’s endured and the effort she’s putting into her recovery, I can’t let her be without a place where she feels protected.
How the funds will be used
I am asking for your help to cover the urgent expenses of:
Repairing the plumbing and electrical systems.
Installing flooring and renovating the bathroom.
Purchasing essential materials to make the house livable by June.
Even the cost of a single bag of cement or a faucet brings us closer to our goal. If you cannot donate, I ask that you share this story.
Thank you from the bottom of my heart for listening and for every small gesture of solidarity.
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A volta de Elena: uma corrida contra o tempo
Meu nome é Giulia e sou uma mãe que está travando a batalha mais difícil de sua vida. Escrevo este apelo com humildade e esperança, pois sozinha não consigo mais garantir à minha filha o direito fundamental de ter um teto sobre a cabeça.
Nossa história
Minha filha Elena tem 17 anos. Há cinco anos ela luta contra graves distúrbios de personalidade que a levaram a cometer atos extremos e a três tentativas de suicídio. Atualmente, ela está internada em uma clínica de reabilitação onde, acompanhada pelo Tribunal de Menores de Roma e pelos Serviços Sociais, está finalmente trilhando um caminho de recuperação, tanto psicológica quanto farmacológica.
Em junho de 2026, Elena poderá finalmente voltar para casa. O problema é que, hoje, não temos mais uma casa.
O sonho que se tornou um pesadelo
Após anos de sacrifícios como mãe solteira e com a ajuda do meu pai, consegui comprar um pequeno apartamento. Era modesto, mas era nosso. Há cerca de um ano, motivada pelo desejo de proporcionar à minha filha um ambiente saudável, aderi a um projeto de solidariedade que prometia reformas sem custo algum por meio de fundos internacionais.
Em novembro passado (2025), deixei o apartamento para permitir o início das obras, colocando os móveis em um depósito e me mudando para a casa dos meus pais. Infelizmente, o que deveria ser uma ajuda acabou sendo um desastre:
Os fundos foram bloqueados.
A empresa desmontou tudo (pisos, instalações, caixilhos) e depois abandonou o canteiro de obras.
Hoje, a casa é uma estrutura desabitável e eu não tenho recursos para concluir as obras.
Minha situação atual
Atualmente, moro com meus pais, ambos gravemente doentes: minha mãe passou por um transplante de rim após 15 anos de diálise, e meu pai sofre de Parkinson em estágio avançado. Cuido deles todas as noites, mas a situação é insustentável física e emocionalmente.
Por que sua ajuda é urgente
Dentro de alguns meses, os Serviços Sociais farão uma inspeção para avaliar se nossa casa está em condições de receber a Elena de volta. Se a casa não estiver pronta e segura, a Elena não poderá voltar para mim. Depois de toda a dor que ela passou e do empenho que está dedicando à sua recuperação, não posso permitir que ela não tenha um lugar onde se sinta protegida.
Como os fundos serão utilizados
Peço a sua ajuda para cobrir as despesas urgentes de:
- Reforma das instalações (hidráulicas e elétricas).
- Instalação de pisos e reforma do banheiro.
- Compra de materiais essenciais para tornar a casa habitável até junho.
Mesmo o custo de um único saco de cimento ou de uma torneira nos aproxima da meta. Se não puderem doar, peço que compartilhem esta história.
Muito obrigada por me ouvirem e por cada pequeno gesto de solidariedade.
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Le retour d'Elena : une course contre la montre
Je m'appelle Giulia et je suis une mère qui mène le combat le plus difficile de sa vie. J'écris cet appel avec humilité et espoir, car je ne parviens plus, seule, à garantir à ma fille le droit fondamental d'avoir un toit au-dessus de sa tête.
Notre histoire
Ma fille Elena a 17 ans. Depuis cinq ans, elle lutte contre de graves troubles de la personnalité qui l'ont conduite à commettre des actes extrêmes et à faire trois tentatives de suicide. Elle est actuellement hospitalisée dans un centre de réadaptation où, suivie par le tribunal pour mineurs de Rome et les services sociaux, elle est enfin sur la voie de la guérison, tant sur le plan psychologique que pharmacologique.
En juin 2026, Elena pourra enfin rentrer à la maison. Le problème, c'est qu'aujourd'hui, nous n'avons plus de maison.
Le rêve devenu cauchemar
Après des années de sacrifices en tant que mère célibataire et avec l'aide de mon père, j'avais réussi à acheter un petit appartement. Il était modeste, mais il était à nous. Il y a environ un an, poussée par le désir d'offrir à ma fille un environnement sain, j'ai adhéré à un projet solidaire qui promettait des travaux de rénovation gratuits grâce à des fonds internationaux.
En novembre dernier (2025), j’ai quitté l’appartement pour permettre le début des travaux, en mettant les meubles dans un garde-meubles et en emménageant chez mes parents. Malheureusement, ce qui devait être une aide s’est révélé être un désastre :
Les fonds ont été bloqués.
L’entreprise a tout démantelé (sols, installations, menuiseries) puis a abandonné le chantier.
Aujourd'hui, la maison n'est plus qu'une carcasse inhabitable et je n'ai pas les moyens de terminer les travaux.
Ma situation actuelle
Je vis actuellement chez mes parents, tous deux gravement malades : ma mère a subi une greffe de rein après 15 ans de dialyse, et mon père est atteint de la maladie de Parkinson à un stade avancé. Je m'occupe d'eux toutes les nuits, mais la situation est insoutenable physiquement et émotionnellement.
Pourquoi votre aide est urgente
Dans quelques mois, les services sociaux effectueront une visite pour évaluer si notre maison est adaptée au retour d'Elena. Si la maison n'est pas prête et sûre, Elena ne pourra pas revenir chez moi. Après toute la douleur qu'elle a vécue et les efforts qu'elle consacre à son rétablissement, je ne peux pas accepter qu'elle n'ait pas d'endroit où se sentir en sécurité.
Comment les fonds seront-ils utilisés
Je sollicite votre aide pour couvrir les dépenses urgentes suivantes :
- Remise en état des installations (plomberie et électricité).
- Pose des sols et rénovation de la salle de bain.
- Achat des matériaux indispensables pour rendre la maison habitable d'ici juin.
Même le coût d'un seul sac de ciment ou d'un robinet nous rapproche de notre objectif. Si vous ne pouvez pas faire de don, je vous demande de partager cette histoire.
Merci du fond du cœur de m'avoir écoutée et pour chaque petit geste de solidarité.
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El regreso a casa de Elena: una carrera contra el tiempo
Me llamo Giulia y soy una madre que está librando la batalla más difícil de su vida. Escribo este llamamiento con humildad y esperanza, porque por mí sola ya no puedo garantizar a mi hija el derecho fundamental a tener un techo sobre su cabeza.
Nuestra historia
Mi hija Elena tiene 17 años. Desde hace cinco años lucha contra graves trastornos de la personalidad que la han llevado a cometer actos extremos y a tres intentos de suicidio. Actualmente está ingresada en un centro de rehabilitación donde, bajo la supervisión del Tribunal de Menores de Roma y de los Servicios Sociales, por fin está recorriendo un camino de recuperación, tanto psicológica como farmacológica.
En junio de 2026, Elena podrá por fin volver a casa. El problema es que, hoy en día, ya no tenemos casa.
El sueño convertido en pesadilla
Tras años de sacrificios como madre soltera y con la ayuda de mi padre, había conseguido comprar un pequeño piso. Era modesto, pero era nuestro. Hace aproximadamente un año, impulsada por el deseo de ofrecerle a mi hija un entorno saludable, me sumé a un proyecto solidario que prometía reformas sin coste alguno gracias a fondos internacionales.
El pasado noviembre (2025), dejé el piso para permitir el inicio de las obras, guardando los muebles en un trastero y mudándome con mis padres. Por desgracia, lo que debía ser una ayuda resultó ser un desastre:
Los fondos se bloquearon.
La empresa lo desmontó todo (suelos, instalaciones, carpintería) y luego abandonó la obra.
Hoy la casa es un esqueleto inhabitable y no tengo los recursos para completar las obras.
Mi situación actual
Actualmente vivo con mis padres, ambos gravemente enfermos: mi madre se sometió a un trasplante de riñón tras 15 años de diálisis, y mi padre padece Parkinson en fase avanzada. Los cuido todas las noches, pero la situación es insostenible física y emocionalmente.
Por qué tu ayuda es urgente
Dentro de unos meses, los Servicios Sociales realizarán una inspección para evaluar si nuestra casa es apta para el regreso de Elena. Si la casa no está lista y es segura, Elena no podrá volver conmigo. Después de todo el dolor que ha vivido y el esfuerzo que está dedicando a su recuperación, no puedo permitir que no tenga un lugar donde sentirse protegida.
Cómo se utilizarán los fondos
Solicito vuestra ayuda para cubrir los gastos urgentes de:
- Reparación de las instalaciones (fontanería y electricidad).
- Instalación de suelos y reforma del baño.
- Compra de los materiales esenciales para que la casa sea habitable en junio.
Incluso el coste de un solo saco de cemento o de un grifo nos acerca al objetivo. Si no podéis donar, os pido que compartáis esta historia.
Muchas gracias de corazón por haberme escuchado y por cada pequeño gesto de solidaridad.
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Elenas Heimkehr: ein Wettlauf gegen die Zeit
Mein Name ist Giulia und ich bin eine Mutter, die den schwersten Kampf ihres Lebens führt. Ich schreibe diesen Appell voller Demut und Hoffnung, denn allein kann ich meiner Tochter das Grundrecht auf ein Dach über dem Kopf nicht mehr sichern.
Unsere Geschichte
Meine Tochter Elena ist 17 Jahre alt. Seit fünf Jahren kämpft sie gegen schwere Persönlichkeitsstörungen, die sie zu extremen Handlungen und drei Selbstmordversuchen getrieben haben. Derzeit befindet sie sich in einer Rehabilitationseinrichtung, wo sie unter der Aufsicht des Jugendgerichts in Rom und der Sozialdienste endlich einen Weg der psychologischen und medikamentösen Genesung beschreitet.
Im Juni 2026 kann Elena endlich nach Hause zurückkehren. Das Problem ist, dass wir heute kein Zuhause mehr haben.
Der Traum, der zum Albtraum wurde
Nach Jahren der Entbehrungen als alleinerziehende Mutter und mit der Hilfe meines Vaters hatte ich es geschafft, eine kleine Wohnung zu kaufen. Sie war bescheiden, aber sie gehörte uns. Vor etwa einem Jahr schloss ich mich, getrieben von dem Wunsch, meiner Tochter ein gesundes Umfeld zu bieten, einem Solidaritätsprojekt an, das kostenlose Renovierungen durch internationale Fördermittel versprach.
Im vergangenen November (2025) habe ich die Wohnung geräumt, um den Beginn der Arbeiten zu ermöglichen, meine Möbel in ein Lager gebracht und bin zu meinen Eltern gezogen. Leider hat sich das, was eine Hilfe sein sollte, als Katastrophe erwiesen:
Die Gelder wurden eingefroren.
Die Baufirma hat alles demontiert (Böden, Installationen, Fenster und Türen) und dann die Baustelle verlassen.
Heute ist das Haus ein unbewohnbares Gerippe, und ich habe nicht die Mittel, um die Arbeiten abzuschließen.
Meine aktuelle Situation
Derzeit lebe ich bei meinen Eltern, die beide schwer krank sind: Meine Mutter hat nach 15 Jahren Dialyse eine Nierentransplantation erhalten, und mein Vater leidet an Parkinson im fortgeschrittenen Stadium. Ich kümmere mich jede Nacht um sie, aber die Situation ist körperlich und emotional unhaltbar.
Warum Ihre Hilfe dringend benötigt wird
In wenigen Monaten wird das Sozialamt eine Besichtigung durchführen, um zu beurteilen, ob unser Haus für Elenas Rückkehr geeignet ist. Wenn das Haus nicht fertig und sicher ist, kann Elena nicht zu mir zurückkehren. Nach all dem Leid, das sie durchgemacht hat, und dem Einsatz, den sie in ihre Genesung steckt, kann ich nicht zulassen, dass sie keinen Ort hat, an dem sie sich geborgen fühlen kann.
Wie die Mittel verwendet werden
Ich bitte um Ihre Hilfe, um die dringenden Kosten für Folgendes zu decken:
- Sanierung der Installationen (Sanitär und Elektrik).
- Verlegen der Fußböden und Renovierung des Badezimmers.
- Kauf der notwendigen Materialien, um das Haus bis Juni bewohnbar zu machen.
Schon die Kosten für einen einzigen Sack Zement oder einen Wasserhahn bringen uns unserem Ziel näher. Wenn ihr nicht spenden könnt, bitte ich euch, diese Geschichte zu teilen.
Vielen herzlichen Dank, dass ihr mir zugehört habt, und für jede kleine Geste der Solidarität.




