- C
- M
O Joaquim Maio, 46 anos, psicólogo, natural de Nogueira da Regedoura mas atualmente a residir em Lourosa era um homem realizado. Amava a sua família, a sua profissão e a vida que construiu.
Mas tudo mudou num instante.
Uma simples otite bilateral evoluiu para meningite, que foi descoberta demasiado tarde e, depois para uma hemorragia cerebral. O Joaquim ficou em coma, ligado a um respirador, preso entre a vida e a morte.
Quando já nada parecia possível, ele surpreendeu a todos: LUTOU.
Saiu do ventilador, respirou sozinho e agarrou-se à vida com a pouca força que ainda tinha.
Hoje o caminho é duro. Os seus movimentos resumem-se a pequenos gestos com a mão; comunica com os olhos e, por vezes quando consegue, oferece um sorriso frágil – mas cheio de vida.
Mas continua aqui. Consciente! Presente! A lutar todos os dias.
Queremos aproveitar todo o seu potencial de recuperação. Cada pequena conquista – cada gesto, cada avanço – pode representar anos de autonomia e dignidade.
A família nunca desistiu. Tem lutado com ele e por ele desde o primeiro dia.
As terapias intensivas que o Joaquim precisa diariamente são caras e cada novo progresso depende diretamente desses cuidados.
Por isso, hoje pedimos ajuda.
Não pedimos muito.
Apenas um pouco de cada pessoa.
Se muitos contribuírem com um gesto, por menor que seja, o Joaquim pode continuar a lutar. E talvez, um dia, possa…
… sorrir novamente aos seus filhos,
… dar um beijo à sua esposa,
… dizer “amo-vos” aos seus pais e irmãs,
… e recupere a vida que quase lhe foi tirada.
O Joaquim RECUSOU-SE a morrer! Agora precisa de todos nós para continuar a viver – com dignidade, esperança e a oportunidade de voltar a ser quem sempre foi.


