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¡¡¡¡CONSEGUIDO!!!!
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En 2022 mataban cotorras a tiros en Madrid. Las defendimos y me detuvieron. Hoy me exigen 6.100 €. Tenemos hasta el 25/12/2025 para conseguirlo. Tu apoyo puede cambiarlo todo.
¿Sabes esos pajaritos verdes tan bonitos y charlatanes que suelen ir en grupo? Sí, las cotorras. Son unas aves que trajeron desde muy lejos a través del tráfico de animales y que han conseguido acomodarse en las ciudades. Viven hasta 40 años, forman vínculos estables y duraderos y conviven con su comunidad de otros pájaros. ¿Majas verdad?
Pues en Madrid las mataban a tiros.
Y de otras muchas formas. A los bebés también. Y destrozaban sus nidos, y las gaseaban y las secuestraban y las mataban. Todo esto pasaba en el 2022. Y el 8 de marzo de ese año, la policía me encerró en un calabozo durante más de 30 horas por intentar defenderlas y ahora me piden 3.900€ de “indemnización”.
En aquellos años el colectivo antiespecista al que pertenecía nos dedicábamos a hacer campañas de divulgación para intentar concienciar y detener la matanza de cotorras. Puedes saber más sobre esta campaña y la gestión ética de la población de cotorras en son nuestras vecinas .
¿Pero qué paso el 8 de marzo de 2023? Ese día a las 8:00 am se dieron cita en Madrid todos los responsables de la matanza: el ayuntamiento, la policía local, ambientalistas, empresas y demás personajes. Un grupo de mujeres nos reunimos con una pancarta en la puerta del evento a repartir folletos informativos sobre la gestión ética y contra la matanza. En un momento dado interrumpimos la sesión para demandar que se nos escuchara, puesto que en ningún momento se habían dignado a entablar dialogo con organizaciones animalistas o antiespecistas, o a tan siquiera informarse sobre la gestión ética de la comunidad de cotorras que habita nuestra ciudad. En ese momento, dos policías locales nos sacaron de allí y yo acabé en comisaría. Estuve detenida 30 horas y para colmo la policía me robó objetos personales.
Pero la historia no acaba ahí. Casi tres años y medio después, este mismo octubre de 2025, llega el requerimiento de pago, tras el juicio celebrado esta primavera.
Y he aquí la razón por la que os estoy pidiendo vuestro apoyo.De manera totalmente desproporcionada y basándose en la versión manipulada del policía, me piden 6.100€ entre gastos legales (2.200€), indemnización y multas (3.900€). Ya hemos logrado 3.145€.
Aún nos faltan 3.300€ (teniendo en cuenta las comisiones de la plataforma de crowdfunding) y tenemos hasta el 25/12/2025 para conseguirlos.
*Todo lo que recaudemos irá íntegramente a pagar estos gastos con total transparencia.*
Es mucho dinero, pero tengo la certeza de que con el apoyo de colectivos, organizaciones y personas comprometidas es posible. Tengo la certeza de que, con tu apoyo, vamos a conseguirlo.
No es la primera vez que lo logramos. Bien sabemos que su represión no amedrenta las causas justas y que por muchas multas y calabozos que nos impongan, la lucha siempre sigue adelante. Lo demostramos cada día. En este caso me ha tocado a mí, en otro momento le tocará a otra persona.
El apoyo mutuo y la solidaridad son piedras angulares de ese mundo nuevo que luchamos por construir. Demostremos que la solidaridad es algo que se hace y no solo se dice.
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[PT]
Em 2022 matavam caturras à tiro em Madrid. Defendemo-las e eu fui detida. Hoje exigem-me 6.100 €. Temos até 25/12/2025 para consegui-lo. O teu apoio pode mudar tudo.
Sabes aqueles passarinhos verdes tão bonitos e tagarelas que costumam andar em grupo? Sim, as caturras. São aves que trouxeram de muito longe através do tráfico de animais e que conseguiram adaptar-se às cidades. Vivem até 40 anos, formam laços estáveis e duradouros e convivem com a sua comunidade de outras aves. Queridas, não é?
Pois em Madrid matavam-nas à tiro.
E de muitas outras formas. Aos bebés também. E destruíam os ninhos, gaseavam-nas, raptavam-nas e matavam-nas. Tudo isto acontecia em 2022. E a 8 de março desse ano, a polícia trancou-me numa cela durante mais de 30 horas por tentar defendê-las, e agora pedem-me 3.900 € de “indemnização”.
Naqueles anos, o coletivo antiespecista a que eu pertencia dedicava-se a fazer campanhas de divulgação para tentar consciencializar e travar a matança de caturras. Podes saber mais sobre esta campanha e sobre a gestão ética da população de caturras em https://sonnuestrasvecinas.noblogs.org/. .
Mas o que aconteceu a 8 de março de 2023? Nesse dia, às 8:00 da manhã, reuniram-se em Madrid todos os responsáveis pela matança: a câmara municipal, a polícia local, ambientalistas, empresas e outras figuras. Um grupo de mulheres juntámo-nos com uma faixa à porta do evento para distribuir folhetos informativos sobre a gestão ética e contra a matança. A certa altura interrompemos a sessão para exigir que nos ouvissem, já que em momento algum se dignaram a dialogar com organizações animalistas ou antiespecistas, nem sequer a informar-se sobre a gestão ética da comunidade de caturras que habita a nossa cidade. Nesse momento, dois agentes da polícia local tiraram-nos dali e eu acabei na esquadra. Estive detida 30 horas e, para cúmulo, a polícia roubou-me objetos pessoais.
Mas a história não acaba aí. Quase três anos e meio depois, neste mesmo outubro de 2025, chega a exigência de pagamento, após o julgamento realizado nesta primavera.
E é por isso que vos estou a pedir o vosso apoio. De forma totalmente desproporcionada e baseando-se na versão manipulada do polícia, pedem-me 6.100 € entre despesas legais (2.200 €), indemnização e multas (3.900 €). Já conseguimos 3.145 €.
Ainda nos faltam 3.300 € (tendo em conta as comissões da plataforma de crowdfunding) e temos até 25/12/2025 para consegui-lo.
*Tudo o que angariarmos irá integralmente para pagar estas despesas, com total transparência.*
É muito dinheiro, mas tenho a certeza de que, com o apoio de coletivos, organizações e pessoas comprometidas, é possível. Tenho a certeza de que, com o teu apoio, vamos consegui-lo.
Não é a primeira vez que o conseguimos. Bem sabemos que a repressão deles não intimida as causas justas e que, por muitas multas e celas que nos imponham, a luta segue sempre em frente. Demonstramo-lo todos os dias. Neste caso calhou-me a mim, noutro momento calhará a outra pessoa.
O apoio mútuo e a solidariedade são pedras angulares desse novo mundo que lutamos por construir. Mostremos que a solidariedade é algo que se faz e não apenas se diz.
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In 2022 they were shooting monk parrots in Madrid. We defended them and I was arrested. Today they are demanding €6,100 from me. We have until 25/12/2025 to achieve it. Your support can change everything.
Do you know those beautiful, green, talkative little birds that usually go in groups? Yes, the monk parrots. They are birds that were brought from far away through the animal trade and have managed to settle in the cities. They live up to 40 years, form stable and lasting bonds, and live together with their community of other birds. Nice, right?
Well, in Madrid they were being shot.
And in many other ways. The babies too. Their nests were destroyed, they were gassed, kidnapped, and killed. All this was happening in 2022. And on the 8th of March that year, the police locked me in a cell for more than 30 hours for trying to defend them, and now they are asking me for €3,900 in “compensation”.
In those years, the antispeciesist collective I belonged to was carrying out awareness campaigns to try to raise consciousness and stop the killing of monk parrots. You can learn more about this campaign and about the ethical management of the monk parrot population at https://sonnuestrasvecinas.noblogs.org/.
But what happened on the 8th of March 2023? That day at 8:00 a.m., all those responsible for the killings gathered in Madrid: the city council, the local police, environmentalists, companies and other figures. A group of women gathered with a banner at the door of the event to distribute informative leaflets about ethical management and against the killing. At a certain moment we interrupted the session to demand that we be listened to, since at no time had they deigned to engage in dialogue with animalist or antispeciesist organisations, or even to inform themselves about the ethical management of the monk parrot community that lives in our city. At that moment, two local police officers took us out of there and I ended up at the police station. I was detained for 30 hours and, to make matters worse, the police stole some of my personal belongings.
But the story does not end there. Almost three and a half years later, this very October 2025, the payment requirement arrives, following the trial held this spring.
And here is the reason why I am asking for your support. In a totally disproportionate way and based on the manipulated version of the police officer, they are demanding me for €6,100 between legal expenses (€2,200), compensation and fines (€3,900). We have already managed to raise €3,145.
We still need €3,300 (taking into account the crowdfunding platform’s commissions) and we have until 25/12/2025 to achieve it.
*Everything we raise will go entirely to pay these expenses, with total transparency.*
It is a lot of money, but I am certain that with the support of collectives, organisations and committed people, it is possible. I am certain that, with your support, we are going to achieve it.
It is not the first time we have done it. We know well that their repression does not frighten just causes, and no matter how many fines and cells they impose on us, the struggle always continues. We demonstrate it every day. In this case it happened to me; at another time it will happen to someone else.
Mutual aid and solidarity are cornerstones of that new world we are fighting to build. Let us show that solidarity is something that is done, not only said.






