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Luís, Um Milagre em Evolução

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Olá,
O meu nome é Joana e venho aqui contar a história do meu pai, Luis Monteiro, 57 anos, pois ele tem sido um verdadeiro lutador.
Foi chamado pelo Hospital de Sta Maria, para no dia 3 Out 2023, fazer uma operação planeada ao coração (válvula mitral). A operação correu muito mal,  ficou em coma com lesões cerebrais. O Hospital não assumiu qualquer responsabilidade pelo que correu mal na operação nem pelas várias infecções bacterianas, incluindo uma septicemia, que apanhou mesmo estando num quarto sozinho.
O meu pai depois desta operação era uma pessoa que não falava, não se mexia, não se queixava e não tocava à campainha do quarto ficando muitas vezes entregue à sua sorte.
Eu e a minha mãe estivemos com ele todos os dias, das 14h às 19h, durante 10 meses. Tudo o que ele fazia ao acordar do coma, como mexer uma mão ou um pé, desvalorizavam e diziam ser espasmos, reflexos, acções involuntárias e o pior, "a família vê o que quer ver". Começámos a filmar e a mostrar aos médicos e enfermeiras para acreditarem em nós. Sempre que adoecia eramos nós as primeiras a alertar que qualquer coisa não estava bem, fosse tosse, febre ou simplesmente parecer mais prostrado e depois de muitas respostas em que nos diziam: "é normal, são oscilações" lá identificavam mais uma bactéria que teria contraído vai se lá saber de onde.
Passados 10 meses de internamento no Sta Maria, foi transferido para o Centro de Reabilitação de Alcoitão, um esperança que virou desilusão pois entrou lá mais flexível do que saiu ao fim de 2 meses de internamento. Dois neurologistas privados e um médico de família disseram até que o meu pai parecia que "não tinha sido trabalhado" na fisioterapia.
Após a alta de Alcoitão veio para casa e em 15 dias conseguimos que lhe fossem retirados vários aparelhos tais como uma traquestomia e a PEG (tubo no estômago para injectar comida). Aparelhos estes que há muitos meses podiam ter sido retirados para seu conforto mas por pura preguiça e negligência não o fizeram, pois para injectar um almoço demora 5 minutos e dar comida à boca leva meia-hora.
Atualmente, o meu pai está a fazer tratamento no Instituto Luso Cubano de Neurologia, onde estamos muito satisfeitas com os esforços da equipa. Ele está quase a terminar o quarto mês, e todos os dias temos três terapeutas dedicados a trabalhar com ele durante 3 horas. Ele já fala, está a ganhar equilíbrio e força, já descalça os sapatos e já leva, com alguma dificuldade, uns gomos de tangerina à boca. Os terapeutas estão felizes com o progresso dele e já o estão a colocar em pé. Por isso, queremos dar continuidade ao tratamento.
No entanto, os custos são elevados: 3.000€ por mês para três horas/dia de fisioterapia, de segunda a sexta. Combinando o que recebemos da pensão dele e os nossos ordenados, não conseguimos suportar estes custos.
É por isso que estamos a pedir a ajuda de todos. Com um objetivo de 20.000€, pretendemos garantir que o meu pai tenha mais seis meses de fisioterapia e uma oportunidade para recuperar a sua mobilidade e qualidade de vida. A vossa contribuição, por menor que seja, fará uma enorme diferença nas nossas vidas.
Agradecemos de coração a todos que puderem ajudar, e pedimos que partilhem esta história com quem possa ajudar. O amor e a força que temos uns pelos outros são a nossa maior motivação nesta luta.

IBAN do meu pai:
PT50 0018 0003 21565957020 05
MBWAY do meu pai:
967 612 924

Com gratidão
Joana Monteiro (Filha)
Josefina Monteiro (Esposa)

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Hello,
My name is Joana, and I am here to tell the story of my father, Luis Monteiro, 57 years old, because he has been a true fighter.
He was called by the Santa Maria Hospital for a scheduled heart surgery (mitral valve) on October 3, 2023. The surgery went terribly wrong, and he fell into a coma with brain injuries. The hospital did not take responsibility for the complications during the surgery nor the several bacterial infections, including sepsis, that he contracted despite being in a room alone.
After the surgery, my father was a person who didn’t speak, couldn’t move, didn’t complain, and didn’t ring the bell for help, often being left to his own fate.
My mother and I stayed with him every day from 2 PM to 7 PM for 10 months. Everything he did after waking from the coma, like moving a hand or foot, was dismissed as spasms, reflexes, involuntary actions, and the worst of all: “the family sees what they want to see”. We started filming and showing the doctors and nurses to make them believe us. Just like when he got sick, we were the first to alert them that something wasn’t right, whether it was a cough, fever, or simply him seeming more lethargic. After many responses such as: “It’s normal, it’s just fluctuations,” they would eventually identify another bacteria that he had contracted.
After 10 months in Santa Maria Hospital, he was transferred to the Alcoitão Rehabilitation Center, a hope that turned into disappointment because he entered there more flexible than when he left after 2 months. Two private neurologists and a family doctor even said that it seemed like my father “hadn’t received any physiotherapy.”
After being discharged from Alcoitão, he came home, and within 15 days, we managed to have several devices removed, such as a tracheostomy and a PEG tube (a feeding tube). These devices could have been removed months ago for his comfort, but due to pure laziness and negligence, they didn’t do it. It only takes 5 minutes to inject lunch, but feeding him by mouth takes half an hour.
Currently, my father is receiving treatment at the Luso Cubano Neurology Institute, and we are very satisfied with the efforts of the team. He is about to finish his fourth month, and every day, three therapists work with him for 3 hours. He is already talking, gaining balance and strength, he can take off his shoes, and with some difficulty, he can put some pieces of tangerine in his mouth. The therapists are happy with his progress and are already training standing up. Therefore, we want to continue the treatment.
However, the costs are high: 3,000€ per month for three hours of physiotherapy per day, Monday to Friday. Combining his pension with our salaries, we are unable to cover these costs.
That is why we are asking for everyone’s help. With a goal of 20,000€, we aim to ensure that my father receives another six months of physiotherapy and an opportunity to recover his mobility and quality of life. Your contribution, no matter how small, will make a huge difference in our lives.
We are truly grateful to everyone who can help, and we kindly ask that you share this story with those you can. The love and strength we have for one another is our greatest motivation in this fight.

With gratitude,
Joana Monteiro (Daughter)
Josefina Monteiro (Wife)
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