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Sou Marius Biague, ativista dos direitos humanos .
Venho pedir ajuda para apoio judiciário (contratar advogados ), para acelerar a ação judicial contra o presidente e os membros da segurança do presidente da Guiné Bissau.
Na 5f , dia 3/7/2025, fui espancado em Lisboa em frente ao hotel Corinthia, Sete Rios, sob ordens do presidente Umaro Sissoco Embalo, pela guarda presidencial, que recorrem à brutalidade para silenciar vozes, na Guiné Bissau e ultimamente na Europa.
Protegem-se com a imunidade diplomática , usando a imunidade como se fosse um salvo-conduto para a barbárie.
Mais uma vez mostram o desrespeito à soberania de países parceiros e o desprezo pelos direitos humanos e pela dignidade.
Estes episódios de violência acontecem várias vezes , e desta vez não esconderam a identidade.
Filmaram as agressões e divulgaram para mostrar o que acontece quando se está contra o modo de agir deles . O presidente da Guiné Bissau, já fez declarações sobre o acontecido , admitindo o que aconteceu e justificando-se que eu sou um marginal pago pelo partido político da oposição , alegando que já o tinha perseguido no dia anterior. Nesse dia anterior sofri um assalto com recursos a arma de fogo , e tentaram levar o meu filho mais velho (14 anos ) de dentro do carro. Consegui contactar a PSP, que recuperou os pertences roubados por eles e foi apresentada queixa .Também foi apresentada queixa contra eles pela agressão cometida .
O caso já está também com a polícia judiciária.
Na Guiné Bissau, ele manda raptar e espancar , adultos e crianças para silenciar o povo.
Na Europa, primeiro foi a diplomacia francesa, desrespeitada com gestos de intimidação e desprezo. (Em dezembro 2024 , foi ativistas agredidos em Paris , e também foi apresentada queixa contra eles na polícia francesa )
Agora foi a vez da diplomacia portuguesa ser humilhada com violência física em seu próprio território.
No meu caso não existem dúvidas de quem foram os agressores e quem os mandou agir .
Foi filmado e divulgado por eles e admitido pelo próprio presidente.
Ja aconteceram mais agressões em
território europeu, mas foram “escondidas “ por não terem sido públicas .
Um presidente que confunde imunidade com licença para agredir.
Umaro Sissoco Embalo não age sozinho, age porque sabe que o silêncio o protege.
Mas cada novo ato de violência institucional é um risco para todos os países que ainda acreditam na diplomacia como ponte, e não como escudo para a brutalidade.
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