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Foram dias difíceis, decisões duras… Sozinha, longe dos meus filhos, precisei assinar um papel que poderia salvar — ou colocar em risco — a vida do meu marido.
Allan teve um mal súbito. Perdeu a fala, a visão, ficou inconsciente. Eu o levei ao hospital e, sem tempo para pensar, autorizei uma medicação arriscada, mas necessária.
Em 40 minutos, ele voltou. Como se tivesse renascido. Ele mesmo disse que estava entregando os pontos… E só via a mim e aos filhos.
Foi aqui, nos EUA, em meio a tantas lutas, que eu tive meu marido de volta. E mesmo sem plano de saúde, ele foi cuidado com excelência.
Hoje ele está estável, sem sequelas, cercado de exames e médicos. Já deu tudo certo.
Essa é uma história sobre amor, fé, coragem. E sobre como Deus não solta a nossa mão.
Obrigada a quem orou, se preocupou ou respeitou o silêncio. Agora sim, posso dizer estamos bem !





