Please help Renata overcome the hurdle

Shane Anderson passed away on the 27th of December. I never met him, but I know he was a beautiful person, because one of the most beautiful people I know, Renata Oliveira, married him. 

Renata is a light in the dark. I met her right after her arrival working as a nurse for indian welfare at the Amazon. She used to tell difficult stories with such clarity, love and joy - she was always looking for a smile in the middle of the pain.

From that moment on, my friend Renata has taught me through her example the things that really matter in life. The generosity of being, the need to help each other.
She left us again to save lives in the Congo, working with Doctors Without Borders, taking care of some many people that were hurt in the war. She took physical and emotional care of women and children abused by the bloodthirsty guerrilla. From there she moved to a food crisis in Niger and on to a refugee project in Haiti. 

Her next step was to go back to Brazil to further her studies and find out how to help more.

There she discovered she had breast cancer, a disease that nearly took her life. She battled through surgery, and very tough chemio and radiotherapies. She did it with acceptance, and a huge smile on her bald head, making friends and cheering up the other patients. 
Facing death, she asked herself if she should let go, or if there was anything left for her to do. 

The Universe (or God, by any other name), answered her clearly. She must stay. She still had to know real love.

It was still during recovery that Renata met Shane, and American who lived in Ohio. They fell in love before meeting - she told me that it was just  ready, done, complete. A clear and unconditional love. 

She finished her doctorate in the US, where he helped her feel alive again, complete and loved. During the presentation of her thesis in Brazil, another fright awaited, though - the threat of an ocular / brain cancer.

At that point, Shane said "I don´t want to say good-bye to you again." and they decided to marry, because they realized they had no time to lose. 

A simple, small wedding for a small group of friends, with food made by themselves. Their pockets might have been empty, but their hearts were full. She got better, finished her thesis, received her greencard and started looking for a job in the States. Everything was really starting to look up. 

Everything but for Shane. 

He went to work on the 27th of December and, on the phone with a friend making arrangements for the weekend, Shane stopped speaking. He was right, they really didn´t have any time to lose.

Those were the best days of her life. 

Renata is going to build herself up again. Her mission on this Earth has not ended, not by a long shot. The world just needs people like Renata. who are able to feel deeply and carry on. Who are able to smile in the face of pain. 

At this moment, though it is Renata that needs the world to help her a bit. She needs financial help to get through the mourning and bridge this time until she finds a job. 

Please join me in supporting Renata Oliverira, Renata Amazônia, Renatinha, Renata Anderson or however it is you call her. This Amazonic, Paulista, Carioca, Congolese, American warrior needs us. 

Every bit of help, whatever the size, makes a huge difference. 

Thank you. 

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O Shane Anderson faleceu no dia 27 de dezembro do ano pasado. Eu não o conheci, mas sei que foi uma pessoa linda, porque uma das pessoas mais lindas que eu conheço, a Renata Oliveira, casou com ele. 

A Renata é uma luz. Eu a conheci quando ela  acabava de voltar de um período como enfermeira de saúde indígena na Amazônia.  Em condições muito difíceis, ela ilustrava momentos extremos com clareza, amor e alegría, vendo sempre aquilo que pode provocar um sorriso no meio das dificuldades. 

A partir de aí, minha amiga Renata (aka Renata Amazônia) passou a me ensinar através do próprio exemplo aquilo que realmente importa nessa vida. A generosidade de ser, a necessidade de ajudar. 

Ela foi salvar vidas no Congo com os Médicos Sem Fronteiras, cuidando de gente muito machucada pela guerra. Cuidando do físico e também do emocional de mulheres e crianças violadas por guerrilheiros sanguinários. Depois esteve no Niger, numa grande crise nutricional, Moçambique trabalhando com HIV/AIDS e coordenando um projeto com refugiados do Haiti. Ela enfrenta com generosidade e coração aberto aquilo que evitamos nas sociedades urbanas ocidentais porque dói. 

Voltou ao Brasil para estudar mais, para poder ajudar melhor.

E descobriu que estaba doente, um cáncer de mama que quase leva ela pro outro lado. Operações, sessões duríssimas de quimioterapia e radioterapia. E ela aceitando, rindo careca com as amigas no hospital. Trabalhando na tese de doutorado quando era possível. 

Olhando na cara da morte, ela se perguntou se já podía ir, ou se faltava viver algo. 

A resposta que o universo (ou Deus, chame como quiser) lhe mandou foi que não, não podía ir, não. Faltava viver o verdadeiro amor. Ainda em recuperação, a Renata conheceu o Shane, um americano que morava em Ohio. Eles se apaixonaram sem se ver. Ela me disse que veio tudo pronto, feito, completo. Um amor claro e incondicional. 

Ela foi terminar o doutorado nos EUA e ele ajudou a fazê-la sentirse viva outra vez, completa, amada. Na defesa do doutorado no Brasil, um outro susto - uma ameaça de um câncer ocular/cerebral.

O Shane disse “não quero mais me despedir de você” – e eles resolveram se casar, porque viram que não tinham tempo algum a perder. 

Um casamento simples, entre amigos, com a comida feita por eles. Tempos apertados, coração cheio. Ela se curou, terminou a tese, conseguiu o greencard e começou a procurar emprego nas universidades dos Estados Unidos. Agora sim, estava tudo de pé. 

Menos o Shane. 

Ele foi trabalhar no dia 27 de dezembro e, voltando para casa, combinando planos para o fim de semana com um amigo no telefone, deixou de falar. Ele tinha razão, eles não tinham mesmo tempo algum a perder.

Foram os melhores dias da vida dela.

A Renata vai se reconstruir outra vez. Porque a missão dela não acabou, mesmo. O mundo precisa de pessoas como ela, capazes de sentir e seguir adiante. Capazes de sorrir no meio da dor.

Só que nesse momento, é ela precisa do mundo. De uma ajuda financeira para passar esse luto e fazer a ponte até conseguir o emprego e conseguir se manter.
 
Vamos ajudar a Renata, Renatinha, Renata Amazônia, Rê Oliveira, Renata Anderson ou como quer que você a chame. Essa guerreira amazônica, paulista, carioca, congolesa, americana precisa da gente. 

Toda ajuda, por menor que seja, faz uma grande diferença.

Muito obrigada!

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Anita Schlosser 
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Renata Silva Anderson 
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